Confesso que sou um apreciador das Rosas.
Uma rosa é uma flor linda e há até algumas variantes nas cores, sendo, para mim, a mais bonita aquela que tem a cor vermelha carregada.
No paralelismo que costumo mencionar acerca das coisas belas e da vida, lembro que a Rosa é bela, mas tem espinhos no seu caule, para exemplificar que as coisas belas não se obtêm sem esforços (os espinhos como símbolos dos sacrifícios).
Durante estes últimos seis anos fomos governados pelo partido da rosa (o PS) e que nos foi "servindo" um "país rosa", escondendo os espinhos. A rosa definhava e, por isso, veio a "Troika" e acabou com a festa.
Agora, estas eleições correram com a "rosa", mas esta deixou-nos, a todos, muitos espinhos.
Assim , nos próximos anos, as roseiras, vão ser tão espremidas que só darão espinhos. As rosas "crescerão" depois desses períodos de sacrifícios e tão rapidamente, quando soubermos tratar delas.
Será que os políticos aprenderam as lições?
A rainha Santa Isabel fez o milagre das rosas, há muitos séculos. Será que os políticos e o povo vão conseguir fazer o mesmo, nos tempos actuais? Bem precisamos dele, milagre.
Unamos esforços ou este jardim à beira mar plantado transformar-se-à num deserto ou num charco.
Busquemos em Viriato, o Lusitano, a coragem que necessitamos.
Viriato, o Lusitano, pretende ser uma voz activa sobre a sociedade portuguesa, isto é, o que se passa no nosso país. Fá-lo-à recorrendo ao ponto de vista de Viriato o Lusitano, o guerreiro, "nosso pai", que só foi vencido pela traição. Volta Viriato, para revigorares a Lusitânia e varreres, com a tua espada, alguns dos medíocres e oportunistas que nos governam e dirigem. Eu, nascido no "teu território", mas muito cedo migrado para Lisboa, tento fazer o meu melhor em prol de Portugal.