“Centenas de crianças foram forçadas a casar no Reino Unido no ano passado
e um relatório recente revela que a mais nova tinha apenas cinco anos. O
fenómeno cresce de ano para ano. Segundo a Unidade de Matrimónios Forçados
britânica (UMF, sigla em inglês), no ano passado, 1.500 pessoas precisaram da
assistência dos seus serviços. Desse universo, 400 eram meninas menores de
idade oriundas de Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte. A criança de
cinco anos, cuja nacionalidade e religião são desconhecidas, casou fora do
Reino Unido, onde as autoridades tomaram conhecimento do caso e actuaram. Desde
2008 que a legislação britânica foi reforçada no sentido de travar casamentos
contra a vontade das pessoas, mas o fenómeno continua a crescer”.
Esta é
a síntese da notícia do JN – Jornal de Notícias
on line do dia 31.03.
E o ocidente
vai tolerando, nas suas comunidades imigrantes, práticas retrógradas, só porque
fazem parte da cultura e religião desses povos? Mesmo assim, só na terra deles,
se forem contra os valores do ocidente e nos quais não podemos “intervir”. Nos
seus países, impedem os ocidentais de
práticas ofensivas à sua cultura e religião.
Na “nossa
terra” (já) não mandamos nós? Pois é, temos medo das represálias? Só que assim
o futuro estará comprometido para os "nativos" das nações ocidentais,
porque essas comunidades vão crescendo exponencialmente. E depois, como será,
quando formos minorias no nosso próprio país? Vida difícil será a nossa e,
nessa altura, onde estarão os defensores dos direitos das minorias, que seremos
nós? Convivência inter cultural não é
isto que vamos vendo em França, no Reino Unido, etc, onde coabitam muitos
“inimigos da pátria” que lhes deu muito mais do que teriam nos seus países, ou
mesmo onde já muitos nasceram, mas
contra a qual se revoltam e chegam a praticar actos terroristas, por exemplo.
No ocidente
governam políticos sem visão de futuro, mas também “impedidos” de olharem mais
além do que um ciclo eleitoral e se o quisessem fazer logo seriam “atacados” pelos defensores do direitos das
minorias, que, “aqui del rei”, têm direito a fazerem o que quiserem, porque os
seus valores são diferentes dos povos que os acolheram . Pode não se gostar do
homem, mas o Presidente Sarkozy, ele descendente de imigrantes, vai dizendo as
verdades politicamente incorrectas, mas logo é apelidado de “xenofabo”. Os
outros, cobardamente, nem ousam dizer o que pensam do problema! O ocidente
precisa dos imigrantes, mas senhores governantes e legisladores (de Portugal e
outros países, com destaque para a UE e os USA), olhem para o futuro, que já é
hoje, para bem de todos (nativos e imigrantes). Invasão “silenciosa” e sem
armas?
O exemplo de
Viriato, o Lusitano e as suas lutas contra os romanos invasores da Lusitânia e que o venceram, deve levar-nos a pensarmos e a agir, não contra a vinda dos imigrantes, controlados, mas sim pela integração nos países de acolhimento. Se não......