sábado, 31 de março de 2012

Menina de Cinco Anos Forçada a Casar no Reino Unido


“Centenas de crianças foram forçadas a casar no Reino Unido no ano passado e um relatório recente revela que a mais nova tinha apenas cinco anos. O fenómeno cresce de ano para ano. Segundo a Unidade de Matrimónios Forçados britânica (UMF, sigla em inglês), no ano passado, 1.500 pessoas precisaram da assistência dos seus serviços. Desse universo, 400 eram meninas menores de idade oriundas de Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte. A criança de cinco anos, cuja nacionalidade e religião são desconhecidas, casou fora do Reino Unido, onde as autoridades tomaram conhecimento do caso e actuaram. Desde 2008 que a legislação britânica foi reforçada no sentido de travar casamentos contra a vontade das pessoas, mas o fenómeno continua a crescer”.
Esta é a  síntese da notícia do JN – Jornal de Notícias on line do dia 31.03.

E o ocidente vai tolerando, nas suas comunidades imigrantes, práticas retrógradas, só porque fazem parte da cultura e religião desses povos? Mesmo assim, só na terra deles, se forem contra os valores do ocidente e nos quais não podemos “intervir”. Nos seus países, impedem  os ocidentais de práticas ofensivas à sua cultura e religião.
Na “nossa terra” (já) não mandamos nós? Pois é, temos medo das represálias? Só que assim o futuro estará comprometido para os "nativos" das nações ocidentais, porque essas comunidades vão crescendo exponencialmente. E depois, como será, quando formos minorias no nosso próprio país? Vida difícil será a nossa e, nessa altura, onde estarão os defensores dos direitos das minorias, que seremos nós?  Convivência inter cultural não é isto que vamos vendo em França, no Reino Unido, etc, onde coabitam muitos “inimigos da pátria” que lhes deu muito mais do que teriam nos seus países, ou mesmo onde já muitos nasceram,  mas contra a qual se revoltam e chegam a praticar actos terroristas, por exemplo.
No ocidente governam políticos sem visão de futuro, mas também “impedidos” de olharem mais além do que um ciclo eleitoral e se o quisessem fazer logo seriam  “atacados” pelos defensores do direitos das minorias, que, “aqui del rei”, têm direito a fazerem o que quiserem, porque os seus valores são diferentes dos povos que os acolheram . Pode não se gostar do homem, mas o Presidente Sarkozy, ele descendente de imigrantes, vai dizendo as verdades politicamente incorrectas, mas logo é apelidado de “xenofabo”. Os outros, cobardamente, nem ousam dizer o que pensam do problema! O ocidente precisa dos imigrantes, mas senhores governantes e legisladores (de Portugal e outros países, com destaque para a UE e os USA), olhem para o futuro, que já é hoje, para bem de todos (nativos e imigrantes). Invasão “silenciosa” e sem armas?
O exemplo de Viriato, o Lusitano e as suas lutas contra os romanos invasores da  Lusitânia e que o venceram, deve levar-nos a pensarmos e a agir, não contra a vinda dos imigrantes, controlados, mas sim pela integração nos países de acolhimento. Se não......