Foi recentemente publicado o relatório anual sobre a criminalidade, referente a 2010, e os números são assustadores.
Os roubos e assaltos a residências subiram 50% e nas ourivesarias cresceram 20%.
Estes são números de 2010, mas é senso comum, por aquilo que a imprensa relata diariamente, que os dados de 2011 continuam no mesmo ritmo de crescimento. ASSUSTADOR, diria eu.
Diz o mesmo relatório que desceram os assaltos a Farmácias e Bancos, porque, pelo vistos é mais fácil e rentável assaltar ourivesarias. Começa ser raro encontrar uma que não tenha sido ainda assaltada. Confesso que se fosse empresário desse ramo, já teria fechado a loja, pois o risco de vida é elevado
, para alem das perdas económicas, para os próprios e seguradoras.
Mas os relatos diários de assaltos, com violência á mistura, incluem também pequenos estabelecimentos.
Começam já a ouvir-se vozes a invocarem a crise económica e política, para esta subida dos crimes violentos. Mas será mesmo assim? Ou haverá outras causas, nomeadamente a perda de "autoridade" e de meios das forças de segurança, incluindo-se os tribunais e as próprias leis? Relevante também nesta onda de crimes refiro que a "facilidade de circulação" das pessoas , pelo que no meio desta vantagem para a maioria dos cidadãos, existem os "criminosos" que se aproveitam desse "facilitismo".
Como se resolverá este grave problema?
Ou será que cada cidadão vítima de crimes é "apenas mais um número" das estatisticas?
Perder o seu património, por vezes o único e que tantos sacrificios podem representar numa vida de trabalho, mas acima de tudo a própria vida que não tem valor ou vale pouco?
Ai se Viriato, o Lusitano, cá voltasse, talvez varresse os criminosos e incompetentes nesta matéria com a sua espada.
Viriato, o Lusitano, pretende ser uma voz activa sobre a sociedade portuguesa, isto é, o que se passa no nosso país. Fá-lo-à recorrendo ao ponto de vista de Viriato o Lusitano, o guerreiro, "nosso pai", que só foi vencido pela traição. Volta Viriato, para revigorares a Lusitânia e varreres, com a tua espada, alguns dos medíocres e oportunistas que nos governam e dirigem. Eu, nascido no "teu território", mas muito cedo migrado para Lisboa, tento fazer o meu melhor em prol de Portugal.
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