Celebra-se hoje, dia 9 de Abril e em evocação da Batalha de La Lys em França em 1918, o Dia do Combatente.Neste dia, é bom que não nos esqueçamos dos combatentes que, consciente ou inconscientemente, mas também voluntários ou obrigados, lutaram pela pátria ou em nome dela, como foi o caso da batalha que serve de efeméride a este dia.Como seria bom não haver guerras e, desse modo, não haveria exércitos. Mas isso é a mais pura das utopias, pelo que um povo sem exército ou tem alguém que o defenda ou é facilmente atacado pelos inimigos.
Infelizmente, uma certa esquerda intelectual e "apátrida" põe em causa esses deveres, como foi o caso recente da menção do Senhor Presidente da República, ele próprio um combatente na guerra colonial, que incitou os jovens de hoje a olharem para o exemplo dos jovens do tempo da guerra colonial. Foi "crucificado" por esses "apátridas" que disseram que o PR foi infeliz e logo vieram lembrar que a guerra colonial é para esquecer ou, se quisermos, apagar da nossa memória colectiva. Pobre povo que não tem memória e não "regista", como escreveu o filósofo José Gil. Somos um povo que tem vergonha dos seus feitos e dos seus heróis, porque os heróis de agora são, por exemplo, o consumismo, as discotecas, etc. Assim, não vamos longe e acabamos por dar razão àqueles que nos impõem, à força, o caminho a partir de Bruxelas.
Não fui combatente na guerra colonial, mas estive muito perto de o ser e, por isso, de vez em quando, visito o memorial existente aqui em Lisboa (junto á Torre de Belém) onde, felizmente, naquele enorme mural não está inscrito o meu nome, mas sim de alguns camaradas do meu tempo de serviço militar obrigatório e do qual não fugi para o estrangeiro. Prestemos, neste dia, a nossa homenagem a todos que serviram a pátria façamos um minuto de silêncio por aqueles que tombaram nessas missões.
Ai se Viriato, o Lusitano, cá voltasse, ficaria triste com esta falta de lusitanidade dos seus herdeiros.
Viriato, o Lusitano, pretende ser uma voz activa sobre a sociedade portuguesa, isto é, o que se passa no nosso país. Fá-lo-à recorrendo ao ponto de vista de Viriato o Lusitano, o guerreiro, "nosso pai", que só foi vencido pela traição. Volta Viriato, para revigorares a Lusitânia e varreres, com a tua espada, alguns dos medíocres e oportunistas que nos governam e dirigem. Eu, nascido no "teu território", mas muito cedo migrado para Lisboa, tento fazer o meu melhor em prol de Portugal.
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